Autores macaenses na Flic
O lançamento da Antologia Poética Flores Literárias da 11ª Flic de Cabo Frio reuniu escritores, poetas e artistas da Região, além de leitores e famílias, em atividades voltadas para literatura, música, arte e cultura...
Os
escritores da Academia Macaense de Letras (AML) Héverton Quintes e Lourdes
Acosta participaram da 11ª Flic (Festa Literária Cabo-Friense), que ocorreu da
quinta-feira (17/9) a sábado (19/9), na Praça da Cidadania, em Cabo Frio-RJ. O
evento reuniu escritores, poetas, artistas, leitores e famílias, em atividades
voltadas para literatura, música, arte e cultura.
Na
ocasião, Héverton que também é pedagogo, recebeu a medalha de mérito cultural
‘Flores Literárias – 10 Anos’. “Isso me incentivou a continuar acreditando na
literatura, na educação e na cultura como caminhos de construção social”,
frisou. Ele participou do lançamento da Antologia Poética Flores Literárias e
agradeceu ao Coletivo Cultural homônimo e a escritora Jaqueline Brum pelo
reconhecimento.
Palavras:
clímax de sensibilidade
Segundo
a escritora, jornalista e historiadora Lourdes Acosta, sua participação nesta
festa literária foi como estreante em momentos entremeados por textos, onde a
palavra se tornou clímax de sensibilidade e ensinamento, abarcando a literatura
e promovendo memórias, histórias e sonhos. “Foi com imenso prazer que tomei
parte como coautora dessa apoteose de alegria, celebrando a literatura, a arte
e a cultura”, ressalta ela.
O
evento teve a contribuição dela via poema “No jardim do nosso tempo” (Para
Oswald In Memoriam). Sua participação no coletivo poético refletiu seu livro
“Aos Trancos e Barrancos foi o Nosso Amor”, que coloca a literatura como arte
guardiã da Língua Portuguesa. Como contam suas páginas, a cultura tem a missão
de preservar a história, a memória e as raízes de um povo.
Dia
Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência
Lourdes
lembra que nesta segunda-feira (21/9) comemora-se o Dia Nacional da Pessoa com
Deficiência. “É meu dever como jornalista dizer que é tempo de fortalecer os
direitos e promover a inclusão social e a acessibilidade”, pontua,
acrescentando que toda a sociedade tem de fazer a sua parte: os órgãos
institucionais devem efetuar políticas públicas, objetivando a inclusão social
das pessoas integrantes deste segmento da população.
-
Nós os cidadãos, não podemos nos excluir de combater ativamente o capacitismo
(discriminação na qual se desconsidera a capacidade da pessoa com deficiência).
Temos de exigir igualdade de oportunidades no cotidiano. Isso para garantir que
pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida possam usar espaços e
transportes, além de usufruir de informações e serviços com segurança e
autonomia. Falo por experiência própria, pois sou deficiente auditiva (uso
aparelho de surdez) e tenho mobilidade reduzida por causa das artroses nos
joelhos (uso bengala) -, conclui Acosta.
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Redação:
Alexandre Bordalo - Jornalista/Escritor AML (cadeira 11).
Edição:
Lourdes Acosta - Jornalista (DRT/MTE 911 MA) Escritora AML (cadeira 37)
Macaé,
21/09/2026.





