Cleber
de Moraes une literatura épica e musicalidade ancestral em obra que conecta o
passado colonial aos mistérios cósmicos da humanidade
O mercado literário nacional se prepara para um breve lançamento que redefine os limites da ficção. Tratam-se do livro “O Forte entre as Oliveiras”, que transporta o leitor para o Brasil colonial e da imersão multissensorial “Canções de Anphry”, que amplia ritmo, harmonia e musicalidade em toda a sua produção literária. De autoria do escritor, músico e imortal da Academia Macaense de Letras, Cleber de Moraes, as obras fazem parte da saga Verde Louro, um projeto que revela uma nova era de filosofia e fantasia.
O
autor, movido por uma profunda paixão pela natureza e seus mistérios, dedica
sua vida a projetos nas áreas de literatura, música e comunicação humana.
Cristão e monarquista, ele transita com naturalidade entre o real e o
imaginário como um autêntico criador de mundos. Suas raízes portuguesas,
oriundas da Ilha da Madeira, foram a grande inspiração para a criação de Verde
Louro, uma obra que conecta com maestria a ancestralidade aos desafios
contemporâneos.
De
acordo com o escritor macaense, que também é empresário de marketing
industrial, "Verde Louro é uma obra ancestral que revela mistérios de um
passado cósmico guardados no DNA da humanidade, em uma jornada que se estende
desde os primórdios coloniais até o colapso da República, durante os conflitos
modernos na Amazônia, desvelando uma nova era de filosofia e fantasia”.
O Forte entre as Oliveiras - O novo livro
transporta o leitor para o Brasil colonial. A trama acompanha a personagem
principal, Áurea Moraes, que deixa Funchal, na Ilha da Madeira, armada com um
mosquete revolucionário forjado por seu pai. “Nas florestas do novo mundo, ela
desperta como Manã, a Mulher Onça, filha do Deus Tupã, a única guerreira capaz
de combater Charía, a "Onça Celeste", uma entidade cósmica devoradora
de mundos”, conta Moraes.
As "Canções de Anphry" e a imersão multissensorial
– Como músico multi-instrumentista que estudou na renomada Escola de Música
Villa-Lobos de Rio das Ostras, Cleber imprime ritmo, harmonia e musicalidade em
toda a sua produção literária. A saga transcende o papel através de QR Codes
impressos nas páginas, que direcionam o leitor para trilhas sonoras originais.
-
É nesse cenário sonoro que brilham as "Canções de Anphry". Elas dão
voz à língua Anphryana, o idioma do universo que criei e que carrega a
filosofia de que o tempo é um passado contínuo (Rerãvery). Ao unir o erudito, o
metal sinfônico e os cânticos ancestrais, o leitor não apenas lê sobre as
divindades tupis-guaranis e os astros cósmicos, mas escuta a própria pulsação
do universo de Verde Louro -, explicou.
Sobre a Franquia Verde Louro, Cleber ressalta
que o projeto apresenta uma narrativa complexa ambientada em uma crise
internacional na Amazônia em 2030, onde o grupo GPPN (Gigantes Pela Própria
Natureza) resiste a conspirações geopolíticas e que além dos livros, o universo
conta com animações literárias e um futuro sistema de RPG.
Entre
os livros do projeto Verde Louro estão “O Forte entre as Oliveiras”, em
finalização e mais três: “O Prólogo da Selva”, “Lobo Guará” e “Rito de Passagem”,
já lançados e que podem ser encontrados no Amazon, Uiclap e no site oficial do
autor www.verdelouro.art.br
_____________________
Jornalista
Lourdes Acosta
DRT/MTE
911 MA.
Macaé,
12/06/2026.






