Presidenta da Academia Macaense de Letras participa de lançamento da Coletânea Samba Favela no Rio de Janeiro

Mariúcha com os promotores do evento e a escritora Conceição Evaristo

A I Feira Literária Samba Favela incluiu poetas, sambistas, diretores de harmonia e compositores... 

A presidenta da Academia Macaense de Letras, Mariúcha Corrêa, esteve presente no lançamento da Coletânea Samba Favela – Palavras Cariocas, realizado na Quadra da Estácio de Sá, no município do Rio. O evento ocorrido no último final de semana (dias 13 e 14), foi realizado pela Associação de Harmonia dos Sambistas do Rio de Janeiro, durante a I Feira Literária e incluiu poetas, sambistas, diretores de harmonia e compositores.

O lançamento do livro Samba Favela contou com o autógrafo dos autores. Fizeram parte da programação dos dois dias de feira literária, escritores palestrantes, intelectuais, comunicadores e grupos de pagode. Simultaneamente, houve oficinas de escrita criativa de contos afro e literatura infantil, cursos, rodas de conversas e debates literários, além de barracas de exposição e venda de produtos.

A premiada, Mariúcha Corrêa, está entre os 59 autores selecionados para o livro e que participaram desse encontro de vozes, memórias, sentimentos e histórias que nasceram nos becos, vielas, morros, comunidades e quadras das Escolas de Samba do Rio de Janeiro. A obra reúne textos que celebram a força da cultura popular, da ancestralidade negra, da resistência e da identidade de um povo que transformou desafios em arte, dor em poesia e sonhos em esperança.

- Participei do concurso literário promovido pela Associação de Harmonia dos Sambistas do Rio de Janeiro e tive meu poema selecionado, para integrar a coletânea da primeira feira literária Samba Favela. Foi uma honra representar a nossa Academia Macaense de Letras no reduto do Samba. Nós, Artistas, precisamos ocupar todos os espaços e reunir escritores na Quadra da Estácio de Sá foi um excelente exemplo da harmonia que acontece entre os fazedores de Cultura -, ressaltou.

A acadêmica macaense agradeceu a idealizadora do projeto, Jackeline Nascimento, a vereadora Leandra Lopes que apoiou a comitiva macaense com uma Van de 12 lugares e a presença da colega escritora acadêmica da AML, Autora Pacheco. “Saímos de Macaé para vivenciar esse momento único no Reduto do Samba. Foi uma surpresa encontrar a Conceição Evaristo, uma das maiores escritoras brasileiras contemporâneas para nos presentear com sua presença no lançamento da Coletânea. São iniciativas como essa que fortalecem a memória, valorizam a cultura e ampliam os diálogos entre o saber popular e a produção intelectual”, destacou.

No livro, Mariúcha, descreve com graciosidade o poema “Na gira do meu axé”. A primeira estrofe exalta o samba: “Sou corpo fechado, mandiga e poder. Sou a voz dos que vieram para não se render. No toque do samba o povo é nação. Força que firma na palma da mão. Bato cabeça, respeita meu axé. O tempo não apaga quem a gente é”.

A coletânea - Mais do que palavras, os textos carregam afetos, vivências, conquistas e a sabedoria de gerações que mantêm viva a chama da cultura popular. A obra convida o leitor a percorrer caminhos de pertencimento, reconhecimento e orgulho. Segundo os organizadores, “Samba Favela – Palavras Cariocas” é um registro histórico, cultural e afetivo. Um livro que eterniza histórias, amplia vozes e reafirma que a literatura também nasce no morro, na roda de samba, na comunidade e nos territórios onde a criatividade e a resistência caminham lado a lado.

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Jornalista Lourdes Acosta

DRT/MTE 911 MA.

Macaé, 15/06/2026.

Imortal da Academia Macaense de Letras finaliza O Forte entre as Oliveiras e expande as Canções de Anphry

 O novo livro transporta o leitor para o Brasil colonial

Cleber de Moraes une literatura épica e musicalidade ancestral em obra que conecta o passado colonial aos mistérios cósmicos da humanidade

O mercado literário nacional se prepara para um breve lançamento que redefine os limites da ficção. Tratam-se do livro “O Forte entre as Oliveiras”, que transporta o leitor para o Brasil colonial e da imersão multissensorial “Canções de Anphry”, que amplia ritmo, harmonia e musicalidade em toda a sua produção literária. De autoria do escritor, músico e imortal da Academia Macaense de Letras, Cleber de Moraes, as obras fazem parte da saga Verde Louro, um projeto que revela uma nova era de filosofia e fantasia.

O autor, movido por uma profunda paixão pela natureza e seus mistérios, dedica sua vida a projetos nas áreas de literatura, música e comunicação humana. Cristão e monarquista, ele transita com naturalidade entre o real e o imaginário como um autêntico criador de mundos. Suas raízes portuguesas, oriundas da Ilha da Madeira, foram a grande inspiração para a criação de Verde Louro, uma obra que conecta com maestria a ancestralidade aos desafios contemporâneos.

De acordo com o escritor macaense, que também é empresário de marketing industrial, "Verde Louro é uma obra ancestral que revela mistérios de um passado cósmico guardados no DNA da humanidade, em uma jornada que se estende desde os primórdios coloniais até o colapso da República, durante os conflitos modernos na Amazônia, desvelando uma nova era de filosofia e fantasia”.

O Forte entre as Oliveiras - O novo livro transporta o leitor para o Brasil colonial. A trama acompanha a personagem principal, Áurea Moraes, que deixa Funchal, na Ilha da Madeira, armada com um mosquete revolucionário forjado por seu pai. “Nas florestas do novo mundo, ela desperta como Manã, a Mulher Onça, filha do Deus Tupã, a única guerreira capaz de combater Charía, a "Onça Celeste", uma entidade cósmica devoradora de mundos”, conta Moraes.

As "Canções de Anphry" e a imersão multissensorial – Como músico multi-instrumentista que estudou na renomada Escola de Música Villa-Lobos de Rio das Ostras, Cleber imprime ritmo, harmonia e musicalidade em toda a sua produção literária. A saga transcende o papel através de QR Codes impressos nas páginas, que direcionam o leitor para trilhas sonoras originais.

- É nesse cenário sonoro que brilham as "Canções de Anphry". Elas dão voz à língua Anphryana, o idioma do universo que criei e que carrega a filosofia de que o tempo é um passado contínuo (Rerãvery). Ao unir o erudito, o metal sinfônico e os cânticos ancestrais, o leitor não apenas lê sobre as divindades tupis-guaranis e os astros cósmicos, mas escuta a própria pulsação do universo de Verde Louro -, explicou.

Sobre a Franquia Verde Louro, Cleber ressalta que o projeto apresenta uma narrativa complexa ambientada em uma crise internacional na Amazônia em 2030, onde o grupo GPPN (Gigantes Pela Própria Natureza) resiste a conspirações geopolíticas e que além dos livros, o universo conta com animações literárias e um futuro sistema de RPG.

Entre os livros do projeto Verde Louro estão “O Forte entre as Oliveiras”, em finalização e mais três: “O Prólogo da Selva”, “Lobo Guará” e “Rito de Passagem”, já lançados e que podem ser encontrados no Amazon, Uiclap e no site oficial do autor www.verdelouro.art.br

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Jornalista Lourdes Acosta

DRT/MTE 911 MA.

Macaé, 12/06/2026.

Petrobras patrocina o maior festival de jazz e blue da américa latina considerado patrimônio cultural

O evento reuniu cerca de 100 mil visitantes

O Festival de Jazz e Blue de Rio das Ostras se consolidou como uma das maiores edições de sua história e contou com o apoio da Petrobras...

O patrocínio master da Petrobras contribuiu para o sucesso do maior Festival de Jazz & Blues da História, registrando uma movimentação recorde de público e colocando Rio das Ostras/RJ, como destino internacional de cultura e turismo. A 22ª edição reuniu nos últimos dias (de 4 a 7 de junho), mais de 30 atrações nacionais e internacionais numa programação gratuita distribuída por cinco palcos montados em diferentes pontos turísticos.

Foram cerca de 100 mil visitantes no evento, hoje considerado patrimônio cultural, que curtiram os grandes nomes do jazz, blues e da música instrumental, consolidando uma das maiores edições de sua história.

A Petrobras esteve no festival ocupando os melhores espaços e dando acesso às diversas atrações do jazz e blues nacionais. A programação brazuca ocupou diferentes horários e palcos estratégicos, como o palco Brasil Petrobras, na Praça São Pedro (Concha Acústica) e o Espaço Arthur Maia, que também contou com a chancela “Petrobras Apresenta”, tudo isso para valorizar os novos talentos e projetos independentes do nosso país com DJs, bandas locais e regionais, e artistas da nova geração da música brasileira, ampliando a diversidade estética do Festival.

O palco de Costazul concentrou os principais shows. No anfiteatro da Lagoa de Iriry, famoso por receber os shows de Blues, o clima foi super animado. No último sábado (6), a programação no Palco Cidade do Jazz (Costazul) começou a partir das 20h com as seguintes atrações: Linda May Han Oh, Bill Laurance, TrioTaj Farrant e The Brooks.

Já no domingo (7), dia do encerramento desse grande evento que transformou o município de Rio das Ostras em um dos principais destinos culturais do Brasil, a programação contou com Afrojazz, no palco Brasil Petrobras (Concha Acústica); Cris Crochemore e Taj Farrant, no palco Lagoa do Iriry; Mark Lettieri Group e Bill Laurance Trio, no palco Boca da Barra.

Entre os destaques internacionais desta edição estão as norte-americanas Rebecca e Megan Lovell, da banda Larkin Poe; o guitarrista Stanley Jordan; a saxofonista britânica Nubya Garcia; os músicos Mark Lettieri e Bill Laurance, integrantes do grupo Snarky Puppy; a contrabaixista australiana Linda May Han Oh; o cantor Omar Coleman; o guitarrista australiano Taj Farrant; e a banda canadense The Brooks. A programação também reuniu nomes da música brasileira, como Gabriel Grossi, Wagner Tiso, Guinga, Marcel Powell, Bixiga 70, Igor Prado, Fred Sunwalk, Cris Crochemore, Dudu Lima e AfroJazz.

- Contamos com um espaço Petrobras exclusivo na Cidade do Jazz para receber o público em uma experiência interativa musical. E, para fechar, tivemos toda a energia do festival no nosso camarote mais que brasileiro, com vista privilegiada do palco principal de Costazul onde o melhor da cultura e da música fez história em Rio das Ostras –, diz a nota da Gerencia de Imprensa/Comunicação e Marcas.

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Redação e edição Lourdes Acosta

Jornalista Profissional / DRT/MTE 911 MA.

Macaé, 07/06/2026.

Com informações da Gerencia de Imprensa/

Comunicação e Marcas Petrobras/Rio.

Escritora radicada em Macaé faz turnê literária pelo Rio de Janeiro

Os encontros são marcados por escuta, pertencimento e troca com o público


Selecionada pelo Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar, Raíla Maciel, autora de Eu Nunca Falei Sobre Isso, passou por Madureira, Três Rios, Duque de Caxias e Cocotá em encontros marcados por escuta, pertencimento e troca com o público

A jornalista e escritora Raíla Maciel, natural de São Luís do Maranhão e moradora de Macaé há dez anos, deu início à turnê de lançamento de seu primeiro livro, Eu Nunca Falei Sobre Isso, em diferentes territórios do estado do Rio de Janeiro.

Selecionada pelo Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar, com produção do também artista macaense Zuza Zapata, a autora passou pelos Sescs de Madureira, Três Rios, Duque de Caxias e Cocotá, em uma primeira etapa marcada por rodas de conversa, escuta sensível e reflexões sobre memória, identidade racial, ancestralidade e resistência feminina negra.

Integrante mais jovem da Academia Macaense de Letras, Raíla publicou seu primeiro livro, Eu Nunca Falei Sobre Isso, de forma independente com recursos da Lei Paulo Gustavo, por meio do projeto Escrevivente: a escrita criativa da mulher negra, aprovado pela secretaria de cultura de Macaé. A circulação do livro tem promovido diálogos sobre memória, identidade racial, ancestralidade, racismo e resistência feminina negra. A partir de uma narrativa autobiográfica, a obra literária convida o público a refletir sobre silêncios herdados, dores coletivas e possibilidades de reconstrução.

A presença de uma autora radicada em Macaé, em circulação por diferentes territórios do estado do Rio de Janeiro também reforça a potência da produção literária realizada fora dos grandes centros culturais. Ao reunir literatura, memória e diálogo, Eu Nunca Falei Sobre Isso reforça a importância da representatividade e da valorização das vozes negras, promovendo reflexões que ultrapassam as páginas do livro e se transformam em experiências compartilhadas.

Inspirada pelo legado de autoras como Conceição Evaristo, Carolina Maria de Jesus, Audre Lorde, Neusa Santos Souza, bell hooks e Djamila Ribeiro, Raíla propõe uma escrita que nasce da experiência pessoal, mas se expande em direção ao coletivo.

- Contar essa história como mulher negra é uma forma de gerar identificação e incentivar outras mulheres a romperem o silêncio sobre suas dores, denunciando violências, vencendo a culpa e a vergonha para existir com mais inteireza -, destaca a autora.

Nas quatro primeiras unidades visitadas, a presença do público confirmou a potência da proposta. Em uma das rodas de conversa, uma participante resumiu a experiência ao dizer: “Estou muito agradecida de poder te ouvir e saber que as minhas histórias também podem ser contadas um dia”. A primeira etapa da turnê também evidencia a importância de políticas culturais que possibilitam o encontro entre autores, territórios e públicos diversos. A circulação do projeto segue nos próximos meses totalizando dez encontros. As próximas paradas estão previstas para o Sesc Nova Iguaçu, no dia 26 de junho, às 17h, e para o Sesc São João de Meriti, em 2 de julho. A turnê passará ainda pelo Arte Sesc, Sesc Quitandinha, Campos dos Goytacazes e Grussaí.

Para Raíla, essa primeira etapa representa apenas o começo da jornada. Como sintetizou a autora, a expectativa é que “as palavras por tanto tempo silenciadas continuem ecoando, ocupando espaços e fazendo um barulhão por onde passarem”.

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Por Raíla Maciel 

Jornalista e Escritora

Edição: Lourdes Acosta

Jornalista e Escritora

Macaé, 03/06/2026. 

Agora, falando sério....

Que meus passos me levem à somar e construir uma nova história da Academia Macaense de Letras, até que a morte nos separe!!!


Assumir uma cadeira da Academia Macaense de Letras tem um significado muito importante em minha existência ...

Penso que vem coroar uma vida inteira de dedicação à escrita, para informar e formar meus semelhantes, seja nas milhares de matérias jornalísticas produzidas nos quase 40 anos de profissão, em jornais e revistas, rádio e TV, ou nas assessorias de imprensa oficiais e oficiosas; seja nas leituras dos incontáveis livros e nas pesquisas científicas ou ainda, na edição e redação dos três livros de minha autoria: “Aos trancos e barrancos foi o nosso amor”; Árvore genealógica dos Duartes e Pintos do Maranhão” e “A saga do vovô Alziro”, frutos de inspiração, reportagem e pesquisa...

Em minhas recordações vejo que não cheguei aqui sozinha... Lembro do incentivo dos meus pais e suas lutas para que eu estudasse e fui para a escola pública a vida inteira, passei pelo Liceu maranhense e Faculdade de Comunicação da Universidade Federal do Maranhão... Lembro do meu avô paterno Alziro Coelho, que contando histórias e estórias na minha infância me fez abrir os olhos para o lúdico, aguçando minha imaginação com seus contos e me fazendo desper­tar o gosto para a leitura e a escrita...Mas, também preciso dizer que saindo da Atenas Brasileira e aportando em Macaé, no ano 2000, abracei esta cidade com todas as forças e reiniciei a luta pelos menos favorecidos nas entrelinhas de meus escritos, tudo isso com o apoio do meu eterno amor que hoje está no céu e o incentivo dos meus filhos na produção literária...

Tornar-se acadêmica de letras é entrar na história e na cultura de uma cidade, é tornar-se “imortal”, é ocupar uma cadeira de forma vitalícia (até o fim da vida) e, teoricamente, seu legado literário ou cultural é eterno e vence o tempo... O dia 27 de maio de 2026, data do empossamento dos 40 membros nas cadeiras dos patronos ficará marcada em minha história pelos restos dos meus dias...

Minha escolha da cadeira 37, que antes era ocupada por Velho da Silva e posteriormente, por seu sucessor Áttila Maltez, me responsabiliza em manter suas memórias vivas...

Eleger Amaro Velho da Silva como patrono é celebrar a figura do "Homem de Estado" que compreendeu a importância da ordem e do saber para o progresso de Macaé, na Região Norte Fluminense. Sua memória inspira a Academia Macaense de Letras (AML) a cultivar o rigor intelectual e a valorização da história e da identidade regional, mantendo viva a chama da tradição literária e cívica. O Visconde de Macaé é citado na literatura de jornais da época e em autores renomados como o mestre Antonio Alvarez Parada, que aponta Velho da Silva em 'Histórias da Velha Macaé', como um representante da Coroa e articulador do progresso que moldou o rosto de nossa região no século XIX.

Velho da Silva foi um dos maiores entusiastas e financiadores iniciais do projeto do Canal Campos Macaé, organizou e estruturou o Porto de São João de Macaé e fez a transição para o Porto de Imbetiba, consolidando Macaé como a ‘saída para o mar’ do açúcar cultivado na região... Velho da Silva não esperava pelas obras públicas e investia em trapiches e armazéns portuários, entre outras ações... 

Por sua vez, Áttila Maltez foi o mantenedor do fio condutor da história de Macaé, utilizando a precisão da escrita jurídica para salvar do esquecimento os registros de uma elite que moldou o Estado do Rio de Janeiro. A produção de Áttila Jr. é um elo de transição. Enquanto Amaro Velho da Silva usava o poder político e comercial, Áttila utilizava a erudição jurídica e a escrita para manter o prestígio e a organização da sociedade em que vivia, consolidando o advogado como o novo intelectual da República do Café que Macaé representava.

... É muita responsabilidade que pesa no alto dos meus 7.3 aninhos! Que Deus conduza a minha trajetória e que meus passos me levem à somar e construir uma nova história da Academia Macaense de Letras, até que a morte nos separe!!!

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Macaé, 29/05/2026.

Crônica de Lourdes Acosta

Jornalista/escritora. 

Posse de acadêmicos marca novo tempo literário em Macaé

A cerimônia de posse na Academia Macaense de Letras marca um novo momento literário

Os 40 acadêmicos de letras deverão preservar a memória cultural da cidade, incentivar a produção literária e promover o intercâmbio entre escritores, poetas e intelectuais...

A posse das 40 cadeiras da Academia Macaense de Letras (AML) nesta quarta-feira (27), registra um novo tempo da cultura local. O evento, ocorrido no Solar dos Mellos, representa um marco na valorização da literatura, das artes e da produção cultural, consagrando Macaé como uma Cidade Literária. O encontro, que reuniu a nata de escritores, autores, contistas e afins, também assinalou a nova fase da trajetória da AML, que após ser reativada em 2025, nomeou sua nova diretoria.

A instituição foi fundada em 1963 por Antonio Alvarez Parada (O Tonito - autor do hino de Macaé) ao lado de importantes nomes da cena intelectual e cultural macaense da época, considerados patronos fundadores. Após 62 anos, no centenário de Tonito, foi reativada por um grupo que vislumbrou seu resgate no cenário de Macaé, tendo como grande idealizadora desse processo a professora Ivania Ribeiro, cuja dedicação, empenho e compromisso com a cultura foram fundamentais nessa revitalização.

A cerimônia de posse das cadeiras dos patronos fundadores por novos escritores foi precedida pela investidura da primeira diretoria da AML após a reativação e contou com a presença de autoridades locais como o prefeito da cidade, Welberth Rezende, a vereadora Leandra Lopes e a secretária de Cultura, Waleska Freire.

O prefeito da cidade, Welberth Rezende, parabenizou os novos membros e o trabalho de fortalecimento da literatura, anunciando projetos de fomento à leitura. “Importante demais esse momento e vamos atuar para colocar em prática um espaço no Centro Cultural destinado aos escritores locais para que possam difundir sua arte. Vamos também lançar um edital que viabilize o governo municipal fazer a compra de livros desses escritores para que sejam utilizados na rede municipal de ensino”, assegurou Rezende.

Empossada como presidente da AML, Mariúcha Corrêa, afirmou que o momento simboliza não apenas a continuidade do legado deixado por seus fundadores, mas também a abertura para novas vozes, perspectivas e gerações dentro da literatura e da cultura macaense.
- Para mim é um presente estar aqui. É uma noite memorável e muito simbólica para o nosso município, que marca um novo passo dado na literatura aqui em Macaé -, ressaltou, agradecendo o trabalho desenvolvido por Ivania Ribeiro que presidiu a comissão provisória da instituição e conduziu a cerimônia de posse da nova diretoria.

Por sua vez, a secretária de Cultura, Waleska Freire, falou sobre a importância do momento de consolidação da AML. “Para nós é motivo de muito orgulho um dos nossos pontos principais histórico e cultural, o nosso museu da cidade, ser hoje palco desta noite tão especial na vida de todos nós que acreditamos na literatura macaense. Parabéns aos escritores, à diretoria, com união seguimos juntos na construção da nossa história”, frisou.

A partir de agora, a Academia Macaense de Letras, que renasce com propósito de preservar a memória cultural da cidade, incentivar a produção literária e promover o intercâmbio entre escritores, poetas e intelectuais, conta com uma nova diretoria assim formada: Presidente - Mariúcha Corrêa; Vice Presidente - Gicélia Germano; Tesoureiro - Rildo Loureiro; Secretário Executivo - Héverton Quintes e as Conselheiras - Conceição de Maria; Maria Aparecida Lisbôa e Cidneia da Rocha. Além disso, a AML formou as seguintes comissões de trabalho: Eventos – Héverton Quintes, Cleber de Moraes e Gerson Dudus; Projetos/Editais – Ivania Ribeiro e Conceição de Maria; Mídias Sociais – Cleber de Moraes, Raíla Maciel e Lourdes Acosta; Editorial – Nathália Andraus; Identidade Visual – Thais Pessanha.

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Jornalista Lourdes Acosta

DRT/MTE 911 MA.

Macaé, 28/05/2026.

Cerimônia de posse na Academia Macaense de Letras marca um novo momento literário

Ano passado 36 escritores receberam o diploma de novos associados

A AML se consolida como símbolo de tradição literária e compromisso com a cultura local

A Academia Macaense de Letras (AML) inaugura nos próximos dias um novo momento literário na cidade, que já foi chamada de Princesinha do Atlântico, Capital do Petróleo e da Energia. Agora, a partir do próximo dia 27, quando escritores tomam posse das 40 cadeiras da instituição, Macaé se consagra como uma Cidade Literária.

A cerimônia será realizada no Solar dos Mello, às 19h, e representa um marco na valorização da literatura, das artes e da produção cultural no município de Macaé. A instituição, reativada ano passado, após 62 anos de existência, foi fundada em 1963, por Antonio Alvarez Parada, carinhosamente conhecido como Tonito, ao lado de importantes nomes da cena intelectual e cultural macaense da época.

De acordo com educadora Mariúcha Corrêa, formada em Pedagogia e Letras e atual presidente da AML, a instituição nasceu num contexto histórico composto majoritariamente por homens, com o propósito de preservar a memória cultural da cidade, incentivar a produção literária e promover o intercâmbio entre escritores, poetas e intelectuais.

- Ao longo de sua trajetória, a instituição exerceu relevante papel na vida cultural macaense, consolidando-se como símbolo de tradição literária e compromisso com a cultura local. Com o passar dos anos, porém, suas atividades foram interrompidas, levando a Academia a um período de desativação. Em 2025, ano de centenário do Tonito, a reativação da AML marcou um novo e importante capítulo de sua história, tendo como grande idealizadora desse processo a professora Ivania Ribeiro, cuja dedicação, empenho e compromisso com a cultura foram fundamentais para o resgate da instituição e para a reconstrução de seu papel no cenário cultural de Macaé –, explicou Mariúcha.

Para esse novo tempo na AML, houve um chamamento formal para que escritores e aristas de Macaé e Região ocupassem as vagas de associados efetivos e benfeitores. Em maio de 2025, 36 associados receberam o diploma de conquista que confere direitos e honras aos novos associados. Agora, serão 40 acadêmicos que ocuparão oficialmente as cadeiras de seus respectivos patronos em cerimônia solene no Solar dos Mellos, palco da efervescência cultural de Macaé e importante patrimônio histórico e cultural do município.

Segundo a atual presidente, a AML, agora composta por um número expressivo de escritoras, reflete uma Academia mais plural, representativa e conectada com os novos tempos, sem perder o respeito por sua história e tradição. “Não posso deixar de reconhecer o papel da professora Ivania Ribeiro, que assumiu a presidência de forma provisória e conduziu com dedicação esse período de transição até que fosse formada a chapa oficial. Esse momento simboliza não apenas a continuidade do legado deixado por seus fundadores, mas também a abertura para novas vozes, perspectivas e gerações dentro da literatura e da cultura macaense”, pontuou.

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Jornalista Lourdes Acosta

DRT/MTE 911 MA.

Macaé, 20/05/2026.

Presidenta da Academia Macaense de Letras participa de lançamento da Coletânea Samba Favela no Rio de Janeiro

Mariúcha com os promotores do evento e a escritora Conceição Evaristo A I Feira Literária Samba Favela incluiu poetas, sambistas, diretores ...